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quinta-feira, 10 de setembro de 2020

ESCOLA DE CONTAS PROMOVE LIVE SOBRE O SIGNIFICADO E VALOR DO PATRIMÔNIO CULTURAL


 

A série de lives promovidas pelo Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE), por meio da sua Escola de Contas (ECOJAN), terá continuidade na próxima sexta-feira, 11/9, às 10h, com a Live “Significado e valor do Patrimônio Cultural”.

A ação online terá início com a participação do Prof. Dr. Ernani Freire Filho. Egresso da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o arquiteto e urbanista ministrará a palestra “Como e por que preservar o patrimônio”.

Professor de projeto da cadeira de Revitalização / Reutilização do Curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio desde 2006, Ernani Freire Filho atua intensamente na área de conservação, revitalização e reutilização de edifícios e conjuntos de valor histórico e arquitetônico tendo vários trabalhos premiados.  
 
Segundo expositor da Live, o historiador, escritor, professor e membro da Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA), Thiago Fragata, coordenou a vitoriosa comissão de candidatura da histórica Praça de São Francisco, fincada no município de São Cristóvão, a chancela de Patrimônio Cultural da Humanidade conferida pela Unesco em 2010.

Em sua palestra “A Praça São Francisco, patrimônio mundial”, Thiago Fragata explanará a importância da relevante conquista para os ambientes histórico, urbanístico e sociocultural sergipano e brasileiro.

Através de esforços conjuntos, o diretor da Escola, conselheiro Carlos Pinna, reitera o compromisso da Ecojan com a educação e informação, pois desde o início da pandemia do novo coronavírus a Escola viabiliza ações no ambiente virtual a fim de dar plena continuidade ao seu trabalho. 
 
A transmissão acontecerá no canal do TCE/SE no YouTube, onde permanecerá disponível após a realização.
 
 

domingo, 6 de janeiro de 2019

ASCLEA REALIZA PALESTRAS CENTENÁRIAS


Historiador Adailton Andrade 

A Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA) realizou no Auditório do Museu de Arte Sacra, centro histórico de São Cristóvão, na última sexta (14/12), as “Palestras centenárias: José Augusto Garcez e Dom Adriano Mandarino Hipolito”. Após uma breve explanação do Presidente, Thiago Fragata, sobre os propósitos e projetos da agremiação fundada em 1º de agosto de 2017, o historiador Adailton Andrade foi convidado a iniciar os trabalhos.

DOM ADRIANO MANDARINO HIPOLITO

Personalidade festejada durante todo o ano de 2018, no Rio de Janeiro, especialmente na Baixada Fluminense, Dom Adriano Mandarino Hipolito seria completamente esquecido em Sergipe, sua terra natal, não fosse a iniciativa da ASCLEA e o incansável pesquisador quem tem como patrono Armindo Guaraná. Adailton Andrade contactou pesquisadores da vida e obra do homenageado, entrevistou familiares, confrontou documentos e palestrou magistralmente para a seleta platéia que atendeu ao covite da agremiação artístico-literária. 

Dom Adriano Mandarino Hypolito nasceu em 1918, em Aracaju/SE. Fez seus primeiros estudos na capital e em São Cristóvão, aonde passou infância e conheceu os franciscanos. Posteriormente estudou nos seminários franciscanos em Salvador/BA; João Pessoa/PB e Rio Negro/PR. Membro da Ordem dos Frades Menores, foi ordenado sacerdote em 18 de outubro de 1942. Virou símbolo da resistência ao regime militar e da luta pelos Direitos Humanos após violência afrontar seu bispado, no Rio de Janeiro. Sequestro, tortura, bombas e pichações fazem parte da vida desse grande personagem da história da Igreja e da Baixada Fluminense. Ao final da preleção, Adailton Andrade destacou que felizmente o que marcará sua passagem entre nós não será os tristes episódios, mas sua grande obra social.

No debate, Marcélio Bomfim, estudioso e vítima do regime autoritário implantado no país em 1964, compartilhou um pouco da sua vida. Na oportunidade, agradeceu ao convite e parabenizou ASCLEA por ser a única voz a recordar este sujeito tão importante na história do Brasil”.

Diferente de Dom Adriano, José Augusto Garcez não é festejado ou lembrado apenas no ano do seu centenário; a poetisa Maria Gloria criou a Ladeira de Poesia José Augusto Garcez em 1992, junto com Iradilson Bispo e outros amigos. Por iniciativa de Thiago Fragata, o Salão de Literatura do Festival de Arte de São Cristóvão foi batizado com o epiteto José Augusto Garcez no ano de 2005.

Na sua palestra, o Presidente da ASCLEA discorreu sobre origem, formação e militância cultural do homem que criou o Museu Sergipe de Arte Tradição em 1948 e o Movimento Cultural de Sergipe em 1953. Fragata lamentou a omissão de pesquisadores da vida e obra de José Augusto Garcez quanto a cidade natal; ele revelou que apesar da cepa familiar (Garcez) e do prestigio alcançado fora do Estado, da ampla rede de sociabilidade, O homenageado experimentou ostracismo/dissabores por questões de natureza política ou despeito de certa intelectualidade encastelada no poder. Ele encerrou sua intervenção citando trecho do recital Garcez Literoativo:

“Alguns homens ousados nascem em São Cristóvão. José Augusto Garcez foi um deles. E é por isso que Camara Cascudo, o pai do Folclore Brasileiro, disse certa feita: Se existisse um Garcez em cada Estado, Ah! Esse Brasil seria outro!”

ÁLBUM FOTOGRÁFICO


Adailton Andrade 
Thiago Fragata








terça-feira, 18 de dezembro de 2018

ASCLEA RECEBE TROFÉU MELHORES DO ANO 2018

Alda Cruz recebendo o Troféu Melhores do Ano 2018

Na  noite de sábado (15/12), a Academia Sancristovense de Letras e Artes recebeu o troféu Melhores do Ano 2018. A cordelista Alda Cruz representou a ASCLEA que este ano realizou uma intensa campanha de leitura e divulgação de conhecimento através de eventos, a exemplo das "Palestras Centenárias: José Augusto Garcez e Dom Adriano Mandarino Hypolito" realizada na última sexta (14/12).

Em sua terceira edição, o evento reconhece a atuação de pessoas e entidades da cidade de São Cristóvão, no segmentos comercio, serviços, atividades culturais e esportivas. Edcarla Soraya, editora do Jornal Tribuna Sergipe Del Rey, é a coordenadora geral. 


Momentos das Palestras Centenárias


quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

PALESTRAS CENTENÁRIAS




A Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA) realizará na sexta, 14/12, a Palestras centenárias: José Augusto Garcez e Dom Adriano Hipolito Mandarino. Evento ocorrerá no auditório do Museu de Arte Sacra, no centro histórico, às 10 horas.

O historiador Adailton Andrade palestrará sobre Dom Adriano Hypolito Mandarino. O religioso, nascido em Aracaju, foi torturado e perseguido no regime militar e tornou-se um símbolo da resistência e defesa dos pobres. 



Quem palestrará sobre José Augusto Garcez é o historiador Thiago Fragata, atual presidente da ASCLEA. Na oportunidade serão revelados dados biográficos e novas pesquisas sobre a atuação do incansável agitador cultural sancristovense.

Thiago Fragata