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domingo, 10 de abril de 2022

CONFERÊNCIA DE THIAGO FRAGATA

Na tribuna, o historiador Thiago Fragata


Qual o fio da meada que intersecciona o Bicentenário da Independência do Brasil, Centenário da Semana de Arte Moderna, Cinquentenário do Festival de Arte de São Cristóvão? Essa questão norteou a conferência que proferida por Thiago Fragata, historiador e multi-artista, na Câmara de Vereadores de São Cristóvão em São Cristóvão, sexta, 8 de abril de 2022. 

 

Dispositivo: Confreira Vera Lúcia, Presidente Maria Rita, Paschoal Maynard, Thiago Fragata
 

Público do evento
 

Diante da plateia formada de estudantes do Colégio Estadual Deputado Elísio Carmelo e demais convidados, o ilustre conferencista que é Presidente de honra da ASCLEA, colocou as palavras-chaves Liberdade, Identidade e Comemoração como respostas ao tema que magistralmente dedicou-se numa sequência de imagens temáticas e aspectos históricos. Fragata sintetizou, nas suas considerações finais, que “a independência do Brasil foi um evento marcante na História do Brasil, evento este invocado nas comemorações (Semana de Arte Moderna 1922 e FASC 1972), onde liberdade e identidade foram temas recorrentes”.

Sobre o Cinquentenário do FASC, recomendou leitura do livro, de Vera Lucia Santos, “Resgate Memorialístico do I FASC”. O historiador recordou o nome do jornalista João Oliva Alves, relações públicas da Universidade Federal de Sergipe, quem unificou as propostas do evento, inclusive da Núbia Marques, e deu formato com 7 linguagens artísticas: música, cinema, dança, artes plásticas, teatro, cultura popular, literatura. Detalhe: Em 2022, João Oliva completaria 100 anos, se vivo estivesse; ele faleceu em 2019.

Evento teve o apoio da Câmara de Vereadores de São Cristóvão e do Café Poético Sergipano.

 

João Oliva Alves formatou evento FASC, merece reconhecimento




sexta-feira, 5 de março de 2021

NOVO LIVRO DE THIAGO FRAGATA TRÁS ILUSTRAÇÕES E 40 POESIAS

Thiago Fragata é poeta litero-ativo. Foto divulgação


No dia 17 de março, a partir das 20 horas, o poeta Thiago Fragata fará live-sarau de lançamento do seu livro Fragatas não voam só: poesias encantadas. Como cicerone ele receberá convidados no seu perfil @thiagofragata1844, que recitarão textos da festejada obra. Dentre os convidados, já confirmaram participação: Danilo Lumiano (BA), Priscila Moreira (BA), Angélica Amorim (SE), Vitória Martina (RJ), José Uescele (SE) e Maria Rita Santos, Presidente da Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA).


A coletânea que reúne 4 ilustrações e 40 textos de Fragata foi contemplada no edital Literatura e Artes Visuais 05/2020, da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (FUNCAP/SE), com aporte de recursos da Lei Aldir Blanc.


“Fragatas não voam só” será comercializado no valor de R$ 35,00 (trinta e cinco reais), incluindo frete. A previsão é que obra seja vendida também como livro digital (e-book). O valor arrecadado com as vendas patrocinará outros livros do autor e auxiliará entidades de proteção e cuidado da vida animal.

PRÉ-VENDAS - Você já pode reservar seu exemplar com o autor, no fone (79) 99122-6477.

Capa - Fragata ilustrou a obra


quinta-feira, 10 de setembro de 2020

ESCOLA DE CONTAS PROMOVE LIVE SOBRE O SIGNIFICADO E VALOR DO PATRIMÔNIO CULTURAL


 

A série de lives promovidas pelo Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE), por meio da sua Escola de Contas (ECOJAN), terá continuidade na próxima sexta-feira, 11/9, às 10h, com a Live “Significado e valor do Patrimônio Cultural”.

A ação online terá início com a participação do Prof. Dr. Ernani Freire Filho. Egresso da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o arquiteto e urbanista ministrará a palestra “Como e por que preservar o patrimônio”.

Professor de projeto da cadeira de Revitalização / Reutilização do Curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio desde 2006, Ernani Freire Filho atua intensamente na área de conservação, revitalização e reutilização de edifícios e conjuntos de valor histórico e arquitetônico tendo vários trabalhos premiados.  
 
Segundo expositor da Live, o historiador, escritor, professor e membro da Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA), Thiago Fragata, coordenou a vitoriosa comissão de candidatura da histórica Praça de São Francisco, fincada no município de São Cristóvão, a chancela de Patrimônio Cultural da Humanidade conferida pela Unesco em 2010.

Em sua palestra “A Praça São Francisco, patrimônio mundial”, Thiago Fragata explanará a importância da relevante conquista para os ambientes histórico, urbanístico e sociocultural sergipano e brasileiro.

Através de esforços conjuntos, o diretor da Escola, conselheiro Carlos Pinna, reitera o compromisso da Ecojan com a educação e informação, pois desde o início da pandemia do novo coronavírus a Escola viabiliza ações no ambiente virtual a fim de dar plena continuidade ao seu trabalho. 
 
A transmissão acontecerá no canal do TCE/SE no YouTube, onde permanecerá disponível após a realização.
 
 

segunda-feira, 1 de julho de 2019

QUEM SERÁ O NOVO PRESIDENTE DA ASCLEA?


Na Sessão Magna de 1 de agosto do ano corrente, serão empossados novos imortais da ASCLEA, mas a pergunta pertinente é quem será o novo Presidente? Nesta data, segundo termo estatutário, vence o biênio do historiador Thiago Fragata. Ele foi um dos articuladores para criação da ASCLEA, em 2017, e tem uma presença marcante na cena cultural sancristovense. A decisão sairá de assembléia. 

domingo, 6 de janeiro de 2019

ASCLEA REALIZA PALESTRAS CENTENÁRIAS


Historiador Adailton Andrade 

A Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA) realizou no Auditório do Museu de Arte Sacra, centro histórico de São Cristóvão, na última sexta (14/12), as “Palestras centenárias: José Augusto Garcez e Dom Adriano Mandarino Hipolito”. Após uma breve explanação do Presidente, Thiago Fragata, sobre os propósitos e projetos da agremiação fundada em 1º de agosto de 2017, o historiador Adailton Andrade foi convidado a iniciar os trabalhos.

DOM ADRIANO MANDARINO HIPOLITO

Personalidade festejada durante todo o ano de 2018, no Rio de Janeiro, especialmente na Baixada Fluminense, Dom Adriano Mandarino Hipolito seria completamente esquecido em Sergipe, sua terra natal, não fosse a iniciativa da ASCLEA e o incansável pesquisador quem tem como patrono Armindo Guaraná. Adailton Andrade contactou pesquisadores da vida e obra do homenageado, entrevistou familiares, confrontou documentos e palestrou magistralmente para a seleta platéia que atendeu ao covite da agremiação artístico-literária. 

Dom Adriano Mandarino Hypolito nasceu em 1918, em Aracaju/SE. Fez seus primeiros estudos na capital e em São Cristóvão, aonde passou infância e conheceu os franciscanos. Posteriormente estudou nos seminários franciscanos em Salvador/BA; João Pessoa/PB e Rio Negro/PR. Membro da Ordem dos Frades Menores, foi ordenado sacerdote em 18 de outubro de 1942. Virou símbolo da resistência ao regime militar e da luta pelos Direitos Humanos após violência afrontar seu bispado, no Rio de Janeiro. Sequestro, tortura, bombas e pichações fazem parte da vida desse grande personagem da história da Igreja e da Baixada Fluminense. Ao final da preleção, Adailton Andrade destacou que felizmente o que marcará sua passagem entre nós não será os tristes episódios, mas sua grande obra social.

No debate, Marcélio Bomfim, estudioso e vítima do regime autoritário implantado no país em 1964, compartilhou um pouco da sua vida. Na oportunidade, agradeceu ao convite e parabenizou ASCLEA por ser a única voz a recordar este sujeito tão importante na história do Brasil”.

Diferente de Dom Adriano, José Augusto Garcez não é festejado ou lembrado apenas no ano do seu centenário; a poetisa Maria Gloria criou a Ladeira de Poesia José Augusto Garcez em 1992, junto com Iradilson Bispo e outros amigos. Por iniciativa de Thiago Fragata, o Salão de Literatura do Festival de Arte de São Cristóvão foi batizado com o epiteto José Augusto Garcez no ano de 2005.

Na sua palestra, o Presidente da ASCLEA discorreu sobre origem, formação e militância cultural do homem que criou o Museu Sergipe de Arte Tradição em 1948 e o Movimento Cultural de Sergipe em 1953. Fragata lamentou a omissão de pesquisadores da vida e obra de José Augusto Garcez quanto a cidade natal; ele revelou que apesar da cepa familiar (Garcez) e do prestigio alcançado fora do Estado, da ampla rede de sociabilidade, O homenageado experimentou ostracismo/dissabores por questões de natureza política ou despeito de certa intelectualidade encastelada no poder. Ele encerrou sua intervenção citando trecho do recital Garcez Literoativo:

“Alguns homens ousados nascem em São Cristóvão. José Augusto Garcez foi um deles. E é por isso que Camara Cascudo, o pai do Folclore Brasileiro, disse certa feita: Se existisse um Garcez em cada Estado, Ah! Esse Brasil seria outro!”

ÁLBUM FOTOGRÁFICO


Adailton Andrade 
Thiago Fragata








quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

PALESTRAS CENTENÁRIAS




A Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA) realizará na sexta, 14/12, a Palestras centenárias: José Augusto Garcez e Dom Adriano Hipolito Mandarino. Evento ocorrerá no auditório do Museu de Arte Sacra, no centro histórico, às 10 horas.

O historiador Adailton Andrade palestrará sobre Dom Adriano Hypolito Mandarino. O religioso, nascido em Aracaju, foi torturado e perseguido no regime militar e tornou-se um símbolo da resistência e defesa dos pobres. 



Quem palestrará sobre José Augusto Garcez é o historiador Thiago Fragata, atual presidente da ASCLEA. Na oportunidade serão revelados dados biográficos e novas pesquisas sobre a atuação do incansável agitador cultural sancristovense.

Thiago Fragata

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

EVENTO DA ASCLEA MOSTRA LAMPIÃO COMO ARTISTA

Cartaz do evento

Na semana que completa 80 anos da morte de Lampião, o amado e odiado líder do cangaço, que pereceu em Poço Redondo, Sergipe, no dia 28 de julho de 1938, a Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA) realizou uma abordagem diferente sobre o tema: a conferência Lampião Artista. Na manhã de sexta-feira (27/7) o Presidente da ASCLE, Thiago Fragata, palestrou aos alunos e professores da Escola Estadual Manoel dos Passos de Oliveira Teles sobre os talentos de Virgulino Ferreira da Silva, antes concedeu entrevista a equipe da TV Alese.

ESTILISTA

Todos ficaram entusiasmados com as revelações feitas pelo historiador. Fragata mostrou, inclusive com fotos, que Lampião era um exímio costureiro, manobrando uma máquina singer com a mesma habilidade que manobrava um rifle parabellum. Ele teria, como estilista, criado peças da indumentaria cangaceira.

Uma rara imagem de Lampião costurando

POETA POPULAR – COMPOSITOR 
Graças ao cangaceiro Volta Seca, preso em 1932, soubemos das peças poéticas que formavam o cancioneiro do cangaço, a exemplo de “Acorda Maria Bonita” e “Olé Mulher rendeira”. Volta Seca lançou o LP Cantigas de Lampião em 1956, doravante as composições do líder cangaceiro foram imortalizadas na voz de Luiz Gonzaga e outros artistas.


DANÇARINO - DIVULGADOR DO XAXADO
Se Virgulino não inventou o xaxado - como dizem alguns pesquisadores impressionados com o fato da dança ter surgido no Alto Sertão de Pernambuco, região onde ele nasceu -, com certeza ele divulgou a dança no nordeste. É o que afirma Luis da Câmara Cascudo, grande pesquisador da cultura popular brasileira.

Thiago Fragata palestrando
Entrevista para equipe da TVALESE

Nas considerações finais, Thiago Fragata esclareceu que sua conferência é fruto de 15 anos de pesquisa. Que sua abordagem é uma alternativa imparcial pois não encontra respaldo nos estudiosos que defendem Lampião como herói ou bandido. Uma explicação possível para o fato, segundo o historiador, é o preconceito ainda vigente na sociedade quanto a imagem de artista.


A ASCLEA  

domingo, 22 de julho de 2018

THIAGO FRAGATA - PRESIDENTE





Presidente da ASCLEA biênio 2017-2018. Historiador, poeta, professor, afirma que é "sancristovense de nascimento" porque começou a nascer em São Cristóvão (o procedimento cirúrgico aconteceu em Aracaju!) no dia 6 de outubro de 1973. O popular Thiago Fragata tfoi registrado José Thiago da Silva Filho. Seus pais são Maria Auxiliadora Fontes da Silva e José Tiago da Silva Neto. Graduado em História pela Universidade Federal de Sergipe (2001), Especialista em História Cultural pela mesma universidade (2009). É Professor da Rede Estadual de Educação de Sergipe (SEED/SE) desde 2006 é membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (IHGSE). Pesquisador “beneditino”, ardoroso arcaísta, praticante de neologismos, leituras literárias e consultas aos dicionários, bibliotecas e arquivos. Desde janeiro de 2017, é Diretor de Arte e Cultura, da Fundação Municipal de Cultura e turismo “João Bebe-Água”, instituição vinculada a Prefeitura Municipal de São Cristóvão (PMSC). 

HONRARIAS

Premiado no Concurso Nacional de Redação para Professores, organizado pela Academia Brasileira de Letras e Folha Dirigida (2003). Sua redação “Palavra: metáfora da paz e da guerra” foi publicada na coletanêa “A vida da palavra”, em set/2003, p. 149-150.

Do esforço como coordenador da Comissão Pró-candidatura da Praça São Francisco a Patrimônio da Humanidade (2008/2010) recebeu a medalha Honra ao Mérito Aperipê concedida pelo Governo do Estado de Sergipe, no ano de 2011. As palavras do Governador Marcelo Deda Chagas, proferidas numa coletiva a imprensa na manhã de 2 de agosto de 2010, a respeito da chancela da UNESCO, se acha editada no CD-ROM “Cronos on line: catálogo digital da campanha da Praça São Francisco Patrimônio Mundial”, de 2015: “Quero cumprimentar de maneira efusiva, o professor Thiago Fragata que é Presidente da Comissão Pró-candidatura, ele que é o grande mobilizador na internet, na sociedade, na mobilização das pessoas, no convencimento das autoridades, na cobrança permanente aos órgãos do Estado, aos órgãos do município das obras culminadas pela UNESCO”.

Foi diretor do Museu Histórico de Sergipe (MHS/Secult) entre no período 2009/2014. O “Programa Educativo do MHS” recebeu o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade (IPHAN) 2013, o mais importante reconhecimento de ações na área de preservação e valorização do patrimônio brasileiro.

O Círculo dos Ogãs, evento idealizado por Thiago Fragata e teve suas realizações efetivadas através do Museu Histórico de Sergipe (2010) e da Ong Sociedade para o Avanço Humano e Desenvolvimento Ecosófico (SAHUDE) (2011/2014) recebeu o Premio Abdias do Nascimento em 2013, concedido pela Assembléia Legislativa de Sergipe (ALESE).

Recebeu a Comenda “Mérito Cultural FASC 2017 (Festival de Arte de São Cristóvão)”, pela sua contribuição ao evento. 

PUBLICAÇÕES/LITEROAÇÕES

Escreveu o “Manifesto em defesa da poesia diária nos jornais sergipanos” em 2005. A cobrança por uma página de poesia, ou espaço, nos diários ou semanários de Sergipe resiste! 

Um dos autores do dossiê que candidatou a Praça São Francisco, de São Cristóvão/SE, para lista de Patrimônio da Humanidade da UNESCO em 2006.

Publicou “São Cristóvão poética e xilogravada” em 2015, com ilustrações de Nivaldo Oliveira. 

Coordenou o Salão de Literatura José Augusto Garcez no Festival de Arte de São Cristóvão, edições 2005 e 2017.

Colunista do Jornal Tribuna de Sergipe Del Rey (São Cristóvão) desde sua primeira edição em 2015.

Tem uma centena de artigos publicados na imprensa e revistas especializadas. 

Gerencia o blog "Cicerone de São Cristóvão" (www.thiagofragata.blogspot.com) desde 2007.

E-mail: thiagofragata@gmail.com





SERAFIM SANTIAGO (1859/1932)
PATRONO CADEIRA 1 

Considerado o grande memorialista do final do século XIX, Serafim Santiago nasceu em São Cristóvão no dia 4 de janeiro de 1859. filho de José Florêncio Umbelina Maria da Conceição que se acha enterrada na Igreja do amparo. Residiu na rua das Flores. Mudou-se para Aracaju em 1860 mas nunca desligou-se da terra natal, qual nutria um sentimento bairrista. Tomado por este amor é que escreveu um texto manuscrito sobre o passado glorioso de São Cristóvão a partir de suas memórias e pesquisas. Intitulou o trabalho de Anuário Christovense. Consultado por grandes pesquisadores da História de Sergipe, a exemplo de Luiz antonio Barreto, Jackson da Silva Lima e Beatriz Goes Dantas, o manuscrito teve a guarda do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe que em parceria com a Universidade Federal de Sergipe verteu em livro em 2009. 

Do seu entranhado amor a sua São Cristóvão um fato desvela como Serafim Santiago transcendia a palavra, ia da teoria a prática. Em 1910 a Igreja de Nossa Senhora da Vitória, padroeira da cidade, estava com telhado avariado e sua estrutura carecia de reparos. Ele liderou uma campanha para angariar recursos no comercio de Sergipe; em poucos meses prestou contas ao padre do valor arrecadado que facultou a benfeitoria ao importante monumento. Serafim Santiago morreu na cidade que tanto amou no dia 1º de setembro de 1932.