quinta-feira, 9 de abril de 2020

"Literatura e Identidade Cultural:caminhos por São Cristóvão " com Academia Sancristovense de Letras e Artes e Homenagem a Cordelista Alda Cruz


           A  Academia Sancristovense de Letras e Artes  (ASCLEA), participou pela terceira vez  consecutiva das atividades realizadas no  Salão de Literatura José  Augusto  Garcez do Festival de  Artes de São Cristóvão (Fasc), que realizou sua 36° edição de 14 a 17 de novembro de 2019.
Tendo como tema  "Resistir para Existir ",o FASC trouxe na programação de todos os seus espaços, atividades e apresentações com foco na identidade em diferentes níveis e subdivisões das artes. 
Música, literatura, teatro, dança, cinema, cultura popular, dentre A ASCLEA e o FASC

A Academia Sancristovense de Letras e Artes (ASCLEA) participou pela terceira vez consecutiva das atividades realizadas no Salão de Literatura José Augusto Garcez do Festival de Artes de São Cristóvão (FASC), que realizou sua 36ª edição de 14 a 17 de novembro de 2019.
Tendo como tema: “Resistir para existir”, o FASC trouxe na programação de todos os seus espaços atividades e apresentações com foco na identidade cultural em diferentes níveis e subdivisões das artes.
Música, literatura, teatro, dança, cinema, cultura popular, dentre diversas iniciativas dos participantes pelas ruas da histórica cidade de São Cristóvão/SE fazem do FASC uma importante festa a nível estadual e nacional, por entender que a amplitude artística dos sergipanos e brasileiros como um todo necessita de visibilidade à guisa de entretenimento da sociedade e uma conseguinte promoção.
Fazendo parte da programação, a ASCLEA se apresentou para a comunidade apresentando todos os seus membros efetivos e suas respectivas habilidades e produções literárias ao tempo em que homenageou a confreira Alda Santos Cruz por seu aniversário de 90 anos, dentre os quais muito contribuiu para a cultura local através dos seus cordéis, fato que também a fez receber uma comenda pela Prefeitura de São Cristóvão na cerimônia de abertura do 36º FASC.
Esta homenagem foi transmitida com muita emoção, pois todos os presentes demonstraram uma alegria em ter a senhora Alda Santos Cruz como colega de confraria e como amiga, isso porque se trata de uma pessoa humana e muito sensata. Foi feito um varal onde alguns cordéis da homenageada foram expostos e lidos pelos confrades da ASCLEA, deixando a programação do último dia no Salão de Literatura também enriquecedora e cheia de pertencimento existencial.
 iniciativas dos participantes pelas ruas da histórica cidade de  São Cristóvão/ SE fazem do FASC uma importante destas nível estadual  e nacional, por entender que  a amplitude artística dos sergipanos e brasileiros como um todo  necessita de visibilidade  à guisa de entretenimento da  sociedade e uma conseguinte promoção. 
Fazendo parte da programação a ASCLEA se apresentou para a comunidade apresentando os seus membros efetivos e suas respectivas habilidades e produções literárias, palestra com o Confrade Adailton Andrade membro da Cadeira  N° 10 que tem por seu Patrono  Armindo  Guaraná  sobre Jenner Augusto,  patrono da Cadeira N° 16 da  acadêmica Cláudia Ribeiro, ao tempo que homenageou a Confreira Alda Santos  Cruz, por seu aniversário de 90 anos,dentre os quais muito contribuiu para a  cultura local através dos seus cordéis,  fato que também a fez receber uma comenda pela Prefeitura de  São Cristóvão na cerimônia  abertura do 36° FASC.
Está homenagem foi transmitida com muita  emoção,  pois todos os presentes demonstraram uma imensa alegria em ter a senhora  Alda Santos  Cruz como colega de confraria e como amiga,  isso porque se trata de uma  pessoa humana muito sensata.Foi feito um varal onde alguns cordéis da homenageada foram expostos e lidos pelos confrades da ASCLEA,  deixando a programação último dia no Salão de Literatura também enriquecedora e cheia de  pertencimento existencial.

Fonte: Rafaela  Pereira dos Santos,  Cadeira  N° 06 Patrono Apulcro Mota.
Fotos :
1 Maria Rita dos Santos, Cadeira  N° 03 Patrona Maria  Paiva  Monteiro ( Marinete Paiva).
2 Prof° Domingos  Leão 


sexta-feira, 13 de março de 2020

Indicação de Leitura para os meses novembro, dezembro/2019 e janeiro/2020




EXPERIMENTE MUDAR - LIVRO DO ESCRITOR  DOMINGOS PASCOAL DE MELO


Um livro expetacular, linguagem fluída, clara e  intelígível. É um prazer a leitura desse livro, com suas lições aplicáveis no dia a dia. Eu recomendo. A Academia Sancristovense de Letras RECOMENDA A LEITURA A QUALQUER TEMPO.
Fonte: Maria Rita dos Santos

Indicação de Leitura dos meses de setembro e outubro/2019








Nota sobre  a autora Mary Shelley


Mary Shelley foi autora, dramaturga, ensaísta, biógrafa e escritora de literatura de viagens, mais conhecida por seu romance góticoFrankenstein: ou O Moderno Prometeu (1818). Até os anos 70, Mary Shelley era conhecida principalmente por seus esforços em publicar os trabalhos de Percy Shelley e pelo romance Frankenstein, que permanece sendo lido mundialmente e tendo inspirado muitas peças de teatro e adaptações para o cinema. Os estudos atuais renderam uma visão mais abrangente das realizações de Mary Shelley. Estudiosos demonstraram mais interesse em sua carreira literária, particularmente seus romances, que incluem romances históricas Valperga (1823) e The Fortunes of Perkin Warbeck (1830), o romance apocalíptico The Last Man (1826), e seus últimos dois romances, Lodore (1835) e Falkner (1837). Estudos de seus últimos trabalhos conhecidos como o livro de viagens Rambles in Germany and Italy (1844) e os artigos biográficos de Dionysius Lardner'sCabinet Cyclopaedia (1829–46), serviram de base e visualização de que Mary Shelley permaneceu uma política radical por toda a vida. O trabalho de Mary Shelley frequentemente discute que essa cooperação e simpatia, particularmente praticada pelas mulheres na família, eram maneiras de se reformar a sociedade civil. Esta visão foi um desafio direto ao caráter romântico individualista promovido por Percy Shelley e as teorias políticas iluministas articuladas por seu pai, William Godwin.
Fonte: Wikipédia.

A Academia Sancristovense de Letras e Artes esteve na V BIENAL DO LIVRO DE ITABAIANA-SE




A V bienal  do Livro de Itabaiana, estado de Sergipe, aconteceu no período d e   11 a 15 de setembro de 2019,  no Shopping Peixoto e contou  com a participação de   aproximadamente  200 escritores. O evento contou com a presença do público local, bem como de diversos municípios do nosso estado e dos estados de Alagoas, Bahia, e São Paulo, com livros de diversos estilos e públicos. A Academia Sancristovense de Letras e Artes, prestigiou o evento, nos dias 12 e 14 e aproveitou a oportunidade para divulgar a instituição com stand expositivo.
Fonte; Vera  Lúcia dos Santos



No dia 14 abrilhantando  alguns membros da  Asclea no auditório do Shopping Peixoto em  reunião entre as  Academias de Sergipe, Alagoas e Bahia




ALA JOVEM:
JUCIMARA SILVA CONTREIRA SANTOS
CADEIRA Nº 01
POSSE 01/08/2019
PATRONA

IRANI DOS SANTOS CARVALHO
 Jucimara Silva Contreira Santos, nascida na maternidade Santa Izabel em Aracaju no dia 11/ 04/2003. Filha de José  Contreira  Santos e Lucineide Silva  Contreira Santos. Morou  em: Salgado, Lagarto, Estância, Jenipapo, Itaporanga D'ajuda, Itabaiana, e por  fim reside em São Cristóvão. Começou seus estudos: No trem da alegria, depois em  Colégio França, Emef. Araceles Correia, Escola Estadual   Luiz Guimarães,  Colégio Estadual Padre Gaspar Lourenço. Iniciou seus estudos   no “ Gaspar”  no ano 2016 no 6º ano. Conhecendo a professora Irani dos Santos Carvalho e a Olimpíada de Língua Portuguesa, vencendo em primeiro lugar com a  poesia Vida de Pescador,  em seguida participou do   concurso de poesia falada pela  Ação   Popular e Cidadania  João Bebê Água sendo sua poesia  Um tal João classificada em segundo lugar.  Também participou do  Concurso Cultural de Desenhos e Pintura e Poesia em 2º  lugar na modalidade  poesia. Participou  do 1º Clisc Concurso de Literatura de São Cristóvão – Maria Vesta Viana, organizado pela  Fundact , órgão cultural que está vinculado à Prefeitura Municipal de São Cristóvão, tendo sua poesia  classificada e recebendo  certificado de participação. No ínterim teve sua inscrição na Academia Sancristovense de Letras e Artes  aprovada  para a Ala Jovem estreando essa Ala , com a Cadeira  Nº 1 e como Patrona    Irani dos Santos  Carvalho, que  a orientou em muitos  dos seus trabalhos e  precocemente deixou esse plano terrestre.


ALA JOVEM:
                               
CADEIRA Nº 01 
 PATRONA IRANI DOS SANTOS CARVALHO
POSSE 01/08/2019


Nasceu em 15/02/1974 em Alagoinhas- Ba, filha do Senhor  Asterio de Freitas  e de Dona Virgilina dos Santos Carvalho. Graduada em Licenciatura  Letras português/ inglês pela na Unit ( Universidade Tiradentes) no ano   2000. Ingressou em maio de  2004 na Rede Estadual de Ensino do Estado de Sergipe. Também era professora do município de Divina Pastora. Profissional dedicada, exercia  o magistério com muita responsabilidade e carinho.Participou da formação continuada  sobre Patrimônio Cultural, participou também  da  5ª edição da Olimpíada Nacional de Língua  Portuguesa em 2015,  como orientadora de seus alunos onde  sua aluna  Jucimara  Contreira obteve o 1º lugar, consagrando um trabalho por anos desenvolvido pela ministrante escolar, que era grande incentivadora da leitura, da arte e da cultura.  A professora implantou e implementou o Projeto Cultura da Senzala  no Colégio  Estadual Padre Gaspar Lourenço onde  lecionara, projeto esse que  ela conduzia muito bem  com seu alunado . A professora faleceu precocemente  em  18 de janeiro de 2019.
FONTE: MARIA RITA DOS SANTOS





quinta-feira, 5 de março de 2020


LUCIANO GOMES
CADEIRA Nº 19


                                                               LUCIANO GOMES
CADEIRA Nº 19
MEMBRO EFETIVO
POSSE 01/08/2019
PATRONO SEVERIANO CARDOSO


Luciano dos Santos Gomes, nasceu em 03 de Setembro de 1998, na cidade de Aracaju, filho de Genicelma dos Santos Gomes e Lealdo Souza Gomes. Estudou maior parte de sua vida na rede pública de ensino-aprendizagem em São Cristóvão, tendo feito o ensino fundamental menor na Escola Reunida Adelaide Garcez Caldas Barreto, o ensino fundamental maior na Escola Municipal de Ensino Fundamental São Cristóvão, o ensino médio no Colégio Estadual Deputado Elísio Carmelo, até o segundo ano, terminando o último ano do ensino médio no Colégio Estadual Dom Luciano José Cabral Duarte, em Aracaju. Na Universidade Federal de Sergipe, atualmente, é graduando em licenciatura plena em Teatro, atuando nas áreas de encenação, dramaturgia, direção teatral e vivências poéticas dentro da cidade-mãe de Sergipe ( São Cristóvão).
Ingressou aos treze anos de idade na companhia teatral sancristovense IL Giramondo, sob direção de Erundino Prado e David Alan, atuando em diversos espetáculos pela cidade.  Aos  dezenove anos, influenciado por suas vivências teatrais, ingressou na Universidade Federal de Sergipe no curso de licenciatura em Teatro, e através da orientação da Professora Doutora Lourdisnete Silva Benevides, pôde apresentar ao mundo seu primeiro trabalho autoral como ator, diretor e dramaturgo na montagem lúdico-teatral "Divinos Restos de Lembranças", apresentando-o dentro do campus universitário, em São Cristóvão, e na 35° Edição do Festival de Artes de São Cristóvão. Trabalhou também como ator no espetáculo itinerante A Partida do Navio, sob direção da Professora Doutora Márcia Baltazar, realizando ações poéticas no Rio Sergipe, em Aracaju.  Ingressou no final de 2018, na Companhia de Teatro da Universidade Federal de Sergipe, sob orientação do Professor Doutor Gerson Praxedes Silva, na função de dramaturgo, realizando pesquisas e adaptações de obras clássicas para futuros espetáculos. Participou do I Concurso de Poesia Falada da Ação Popular João Bebe-Água, sob influência da Professora Maria Rita dos Santos, membro fundadora da Academia Sancristovense de Letras e Artes, sua poesia "O Sonho Ainda Vive" (galgando o 3° Lugar). Fundou com outros artistas em 2018, o Coletivo Sancristovense de Teatro Teias, com perspectiva de futuras montagens, oficinas e workshops teatrais. Atualmente, possui em processo de montagem o seu primeiro filme curta-metragem "Enxovia", na função de ator e dramaturgo, sob direção do cineasta sergipano Edgar Degas Bernardo, e na função de diretor e dramaturgo, o espetáculo lúdico-teatral sobre as lendas da cidade-mãe de Sergipe, "A Lenda de Rita Cacete".





SEVERIANO CARDOSO
CADEIRA Nº 19
Severiano Maurício de Azevedo Cardoso (1840-1907) foi um professor, poeta, teatrólogo, jornalista e político sergipano. Nascido em 14 de Março de 1840, na cidade de Estância, em Sergipe. Filho de Joaquim Maurício Cardoso e Joana Batista de Azevedo. Filho primogênito de uma família de educadores, tivera uma educação domiciliar ofertada por seu pai e alguns tios maternos, finalizando os anos de ensino-aprendizagem precocemente. Aos quinze anos, mudou-se para Bahia, passando a morar na cidade de Salvador, onde trabalhou no comércio. Nessa  ocasião escreveu diversos artigos de sua autoria para o jornal "Bahia Ilustrada".
Em 1870, ao regressar às terras sergipanas, passou a trabalhar no Colégio Estadual Atheneu Sergipense (1870-1874), em Aracaju, desempenhando ao longo dos anos de sua permanência as  funções de escriturário, secretário de instrução pública e oficial da secretaria. Como político, legislou na função de deputado provincial por duas vezes, dentro do Partido Conservador. Como jornalista, exerceu a função de redator nos jornais "Sergipe Jornal" e "Estado de Sergipe", colaborando também aos jornais "O Americano", "Jornal do Comércio", "Folha de Sergipe" e "Jornal de Aracaju". Como poeta e teatrólogo, escreveu diversas peças teatrais, como também escreveu um livro infantil intitulado "Teatro Infantil". Como pesquisador, publicou diversos trabalhos sobre o ensino primário, sendo um deles "Corografia de Sergipe", até então inédita ao público.
Como educador, criou o Colégio "Parthenon Sergipense", lecionando disciplinas voltadas às humanidades e aulas de "gentilezas". Em sua passagem por Minas Gerais, foi diretor do "Colégio Parthenon Mineiro", em Rio Novo. Dois anos após sua ida, retornou à Sergipe e fundou o Colégio Minerva, em Estância, atuando como professor e proprietário da instituição. Em 1990, lecionou como professor de Português, Aritmética e Francês em Estância. Um ano depois,  retornou à Aracaju, lecionando matemática na Escola Normal. Em seus últimos anos de vida, enlutado após o assassinato do amigo Olímpio Campos, faleceu no dia 02 de Outubro de 1907, em Aracaju.

FONTE BIBLIOGRÁFICA

1.           LEITE, Geraldo. SEVERIANO CARDOSO. Blog FILHOS ILUSTRES DE SERGIPE, publicado em 2 de março de 2015. Disponível em: <http://bainosilustres.blogspot.com/2015/03/46-severiano-cardoso.html?m=1>. Acesso em: 31 de Julho de 2019.










NATÁLIA AMADO
CADEIRA Nº 18


                                                   
NATÁLIA AMADO

CADEIRA Nº 18
MEMBRO EFETIVO
POSSE 01/08/2019
PATRONO PEDRO AMADO




 * Natália Amado é Bisneta de Pedro Montalvão Amado e Celuta Amado, Neta de Alberto Amado e Natália Rodrigues Araújo, filha de José Rodrigues Amado (economista) e Iara Maria Teixeira Amado; a sexta filha de nove irmãos.
*Natália Amado, natural da cidade de Aracaju, nascida em 07 de Novembro de 1975, ainda criança estudou no Colégio Americano Batista e Nossa Senhora da Purificação. Cursou primário no Colégio Universal, Escola municipal Anísio Teixeira e o colégio Jackson de Figueiredo. O ensino médio estudou no colégio Gonçalo Rollemberg Leite e o Colégio Athenneu Sergipense. 
*Cursou licenciatura em História na Universidade Tiradentes em 2003, onde conheceu professores como Maria Nely Santos (amiga), professora Edna Mattos, Itamar Freitas que levará seus ensinamentos e amizade para vida.
*Pós-graduada Lato Sensu em Ensino e Identidade Cultural em Sergipe – com o título “Se sergipano nasci, sergipano hei de morrer”- Gilberto Amado e a Sergipanidade, concluída em Abril de 2008.
* Nesse período trabalhou  com tutoria a distância pela Universidade Estadual do Vale do Acaraú- UVA-vinculada a Faculdade de Negócios de Sergipe- FANESE entre 2007-2008. Ingressando no ano de 2009 como tutora presencial do Sistema Ead- Cesad- Ufs- no município de Laranjeiras - Se.
* Nesse percurso publicou  artigos para o Jornal Cinform- Cajumã- resgatando a história (p.3, 2 out. 2007), projeto esse vinculado à Universidade Tiradentes e orientado pela professora Msc. Maria Nely Santos; Gilberto Amado e a Sergipanidade em parceria com a doutoranda Mariana Emanuelle (2008); Amado (S) de Sergipe (p.2, 01 de jun. 2008).
* Sempre buscando aprimorar participou de cursos na área de História, congressos em História Econômica em 2007; seminários, cursos pela Fundação Getúlio Vargas – FGV voltado para Educação presencial e a distância entre 2009 a 2014.
* Ingressou na pós-graduação Stricto Sensu Em Antropologia pela Universidade Federal de Sergipe em 2018.
* Participou da Revista Eletrônica Barbante -UFRN em 2019 – Resenha sobre metáforas históricas e Realidades míticas-Marsall Sahlins- p.192-196. Área da Antropologia.
* Participou  como coautora do Artigo sobre A Rua fechada em Maceió com a Mestranda em Antropologia Glaucia Lima – no Encontro da ABA em Brasília 2019.




PATRONO      PEDRO AMADO
CADEIRA Nº 18


*Pedro Montalvão Amado era filho de Teresa Montalvão e Pacífico de Faria Amado. Eram seus irmãos José Montalvão Amado, Othoniel Montalvão Amado e Aurea Montalvão Amado.  

* A fábrica têxtil San Christovan Indústria, foi inaugurada em 1912 Em São Cristóvão- Se, contou com a presença de Alice Andrade Amado esposa de Pedro Montalvão Amado, filha do coronel José de Andrade com Maria da Conceição.
*Alice Andrade Amado vem a falecer em 1918 de gripe espanhola, deixando dois filhos – Hélio de Andrade Amado e Humberto de Andrade Amado.
* Pedro Montalvão Amado agora viúvo casa-se com Celuta Silveira com quem teve Luciano Amado, Eurico Amado, Fernando Amado, Yara Amado e Antônio. Fora do casamento com D. Celuta Silveira, o industrial Pedro Montalvão Amado tem Alberto Amado, filho de Dionísia Barros.
* Com a fábrica têxtil no município de São Cristóvão, a família Amado floresceu, levando desenvolvimento econômico e cultural. A Escola Othoniel Montalvão Amado, contribuiu com o desenvolvimento social no município...
* Pedro Montalvão Amado compra a fábrica Cia Fiação e Tecido Cometa localizada no município de Petrópolis em 1937. Também adquiriu a Empresa de Navegação Sergipe-Panamá para poder trazer os tecidos fabricados no município de São Cristóvão para o resto do Brasil.
* Pedro Montalvão Amado é considerado uns dos pioneiros na industrialização, não penas em Sergipe, mas no Brasil, como destacado por Fernando Gasparian, jornalista e editor, em artigo publicado no Jornal Estado de São Paulo, entre os Matarazzos e os Guines.
* A Empresa Industrial São Cristóvão, como passou a se chamar e também conhecida por  Fábrica Velha, funcionou até o final da década de 1970, tendo contribuído para tornar São Cristóvão como um dos Municípios de economia mais importante do Estado de Sergipe.
* São Cristóvão registrava, até o final dos anos cinquenta do século passado, duas grandes indústrias de Fiação e Tecelagem: A Empresa Industrial de São Cristóvão (Fabrica Velha) e a São Gonçalo (Fabrica Nova) esta última de propriedade Walter Franco. Essas empresas juntas empregavam mais de seis mil pessoas. São Cristóvão tinha uma economia vibrante. Os Sancristovenses de uma forma ou de outra dependiam dessas duas fábricas. Era, São Cristóvão, uma cidade essencialmente industrial.
* Toda a cidade baixa vivia em torno da Fabrica Velha, com sua Vila Operária habitada por trabalhadores da fábrica, com escola, cinema, armazém, maternidade. Destaca-se a Escola da Fabrica-Escala Othoniel Amado, dirigia Dona Zélia Montalvão extraordinária e dedicada professora, que órfã de pai e mãe, foi trazida pelo primo Pedro Montalvão Amado para São Cristóvão, onde criou 8 irmãos e, ao final da vida, recolheu-se ao Convento, morrendo como irmã Zélia, mulher de vida santa.





 
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